quinta-feira, 17 de março de 2016

DEBÊNTURES???


Nossa!!!

Essa eu nunca nem ouvi falar...

O que é isso???

Calma! Não é porque você nunca ouviu falar que não seja uma boa opção de investimento. Também não precisa ser “complicado” só porque é menos popular.

Debêntures são títulos emitidos por empresas privadas para tomar dinheiro ao mercado de forma a financiar seus investimentos e operações. São títulos de médio e longo prazos com remuneração definida.

Os valores de investimentos variam muito, mas existem debêntures desde R$ 1.000,00.

Investir em debêntures tem algumas vantagens interessantes:
  • Você sabe quanto seu dinheiro vai render após o prazo estabelecido;
  • Rendem mais do que outras aplicações de rendafixa como CDB, fundos DI e fundosreferenciados;
  • Tem mais liquidez.


No resgate do título, as debêntures “devolvem” o valor principal investido no vencimento (desde que acima de um ano), ou em parcelas (amortizações) pagas periodicamente ao longo de anos. É comum serem realizados pagamentos periódicos – semestrais, por exemplo – de juros.

Também é possível resgatar o dinheiro aplicado em uma debênture de outra forma: caso queira recuperar o dinheiro da aplicação antes das datas contratadas, o investidor pode vendê-las no BOVESPA FIX (sua corretora pode ajudá-lo). Mas, é importante ver como está o mercado, pois se o papel estiver em baixa, o aplicador pode fazer um mau negócio.

Para investir em debêntures, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Debêntures rendem juros fixos ou variáveis, que podem estar atrelados, entre outros indexadores, à inflação (IPCA mais juros), ao CDI ou às taxas de juros de referência.

É importante também esclarecer dois pontos muito importantes:

  • Imposto de renda – como em qualquer outro investimento em renda fixa, incide IR de acordo com a tabela de incidência conforme prazo de aplicação.
  •  Garantia – as debêntures não são títulos ligados a instituições financeiras e sim a empresas privadas. Por este motivo esses títulos não são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).


O fato das debêntures não serem cobertas pelo FGC não as tornam aplicações mais arriscadas e, portanto, menos atraentes para investidores mais conservadores.

Como em todos os outros investimentos, é necessário avaliar o título oferecido, a idoneidade da empresa, o ramo em que atua e a classificação da instituição pelas agências de risco.

Essa é mais uma boa opção que pode ajudá-lo a proteger seu dinheiro e GANHAR+++.

terça-feira, 15 de março de 2016

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO – EXCELENTE NEGÓCIO...PARA O BANCO!!

“O gerente do meu banco é gente boa, muito competente, me dá ótimas dicas de investimentos... Agora mesmo me ofereceu um ótimo investimento: um TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO!!

Ele me disse que é um ótimo investimento e que, além de eu fazer uma poupança, eu ainda tenho chance de ganhar uma bolada no sorteio!!”

Este é um “discurso” que você talvez já tenha ouvido... ou feito...

É realmente um ótimo negócio... para o BANCO!!

Além disso, não se trata de um investimento: trata-se sim de uma modalidade de loteria!

Você conhece alguém que foi sorteado e ganhou?

Sinceramente, eu não conheço e nem conheço alguém que conheça!

O título de capitalização devolve ao “investidor” o que sobra do valor aplicado após descontar os custos administrativos, o valor do prêmio sorteado, além do lucro do banco!

Não perca de vista que o seu banco vende a mesma coisa que o Silvio Santos vende no Baú da Felicidade! E nisso acho o Sílvio melhor!!

Já disse isso em outros posts, mas não custa falar novamente: para pessoas digamos “menos preparadas” ou mais “desavisadas”, aquele oferecimento do seu “amigão”, o gerente o seu banco parece ótimo...

O gerente do banco trabalha para o BANQUEIRO e não para você. Ele tem metas a cumprir, dentre elas “empurrar” a sua (dele) cota de títulos de capitalização. E ele não está errado: ele está fazendo o trabalho dele legitimamente, cuidando dos interesses da empresa que paga o salário dele todo santo mês!

Se você quer “jogar” na loteria, tudo bem: o dinheiro é seu e ninguém tem nada a ver com isso!!

Você pode jogar uma “bolada” na mega-sena ou comprar um título de capitalização...

Mas se você quer fazer um investimento para proteger o seu dinheiro, fazendo uma “poupança”, afaste-se dessa “dica” do seu amigão, o gerente.

Conforme já indiquei, existem bons produtos no mercado para preservar e ganhar um pouco mais com o seu dinheiro. Título de Capitalização definitivamente não é um deles!!

Boa sorte e bons negócios!! 

quinta-feira, 10 de março de 2016

PREVIDÊNCIA PRIVADA – CONCLUINDO

Olá!

Para finalizar nossas dicas sobre previdência privada, é importante sabermos como acontece o resgate da sua “aposentadoria”.

É muito importante também nesse aspecto fazer uma análise detalhada das opções disponíveis. No momento da contratação do produto é decidido como se receberá o benefício.

Sendo assim, atenção às possibilidades:

Nessas possibilidades a seguir, os benefícios não podem ser repassados para terceiros, mesmo que herdeiros.

·  Pagamento único – recebido integralmente no primeiro dia útil após a data prevista para o término do contrato;
· Renda mensal vitalícia – pagamento feito mensalmente ao segurado até o seu falecimento;

·       Renda mensal temporária – pagamento feito por período determinado e cessa no prazo determinado ao segurado ou com seu falecimento;

·       Renda mensal por prazo certo - pagamento feito por período determinado.

Nas possibilidades a seguir, é possível repassar os benefícios.

·  Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido – o benefício é repassado para um beneficiário determinado após a morte do beneficiário por um período determinado;

· Renda mensal vitalícia reversível a um beneficiário indicado – o benefício é repassado para um beneficiário determinado após a morte do beneficiário de forma vitalícia;

· Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores – o benefício é repassado ao cônjuge e, no caso da morte deste, aos filhos menores até atingirem a maioridade.

Ufa!!

São várias opções. Então, estude bem todas as variáveis envolvidas e faça a melhor escolha!!

“Perca um tempinho”, mas não perca seu dinheiro!!

GANHE+++!!


Até a próxima!

segunda-feira, 7 de março de 2016

PREVIDÊNCIA PRIVADA – INDO MAIS FUNDO

Olá!

Então é isso: os planos de previdência privada nada mais são que produtos financeiros baseados em fundos de renda fixa.

Se dividem em dois tipos que são:

·       PGBL – Plano Gerador de Benefícios Livres;
·       VGBL – Vida Gerador de Benefícios Livres.

No PGBL pode-se deduzir os gastos relativos ao fundo do Imposto de Renda – até o limite de 12% do salário bruto – e o IR incide sobre todo o montante investido.

Já no VGBL o IR incide somente sobre os rendimentos.

Portanto, a escolha deve ser estudada caso a caso.
Como todos os produtos financeiros, deve-se analisar as taxas incidentes, que variam entre as instituições financeiras. Além do IR, incidem a taxa de administração e a taxa de carregamento.

Novamente neste caso os grandes bancos costumam oferecer taxas de administração e carregamento em geral são mais altas.

Também neste caso é importante pesquisar instituições financeiras diferenciadas que podem oferecer melhores condições, ou seja, menores taxas e aplicações mais competitivas.

Outra característica importante desses fundos é a chamada portabilidade, ou seja, se você não está satisfeito com a gestão do seu fundo, você pode escolher outro gestor e migrar sua aplicação sem nenhuma restrição ou perda.

Importante frisar que os fundos previdenciários se mostram competitivos, conforme mostram estudos realizados, com prazos de investimento acima de 10 anos. Ou seja, como eu disse quanto mais cedo se começar, melhor!!

No próximo post, completo as dicas desse tema.

Um abraço!

terça-feira, 1 de março de 2016

PREVIDÊNCIA PRIVADA

Olá!

Todo mundo sabe – ou deveria saber... – que o Brasil tem um sistema previdenciário muito sofrível e virtualmente “quebrado”.

O que quero dizer é que o sistema previdenciário nacional precisa sofrer uma completa reforma para voltar a ser matematicamente sustentável.

Está difícil de entender?

Bem, na verdade a explicação é simples: no passado (não muito distante) a população jovem produtiva, mais populosa, “pagava” com suas contribuições a aposentadoria da população mais velha, menos populosa.

O que acontece é que a qualidade de vida do brasileiro melhorou e a população “envelheceu”; então, a população jovem produtiva não consegue mais “pagar” a aposentadoria da população idosa. A conta está no vermelho...

Todos os meses o governo tem que “completar” essa conta, ou seja, tirar dinheiro de outras contas (saúde, educação, programas sociais) para deixar a conta da previdência “0 X 0”.

Fato é que o sistema previdenciário do governo é bastante frágil e é muito difícil viver como aposentado no Brasil.
Frente a este cenário, existe um produto oferecido no mercado financeiro conhecido como previdência privada.

Nada mais são que fundos de renda fixa de longo prazo. A idéia é contribuir por um longo tempo, de forma a criar uma poupança que, a partir de certo momento da vida, lhe dará uma renda mensal complementar. Nesse sentido, quanto antes se começa a “contribuir”, melhor!

Vamos nos aprofundar um pouco mais no assunto no próximo post.

Até lá!!