Olá!
Então é isso: os planos de
previdência privada nada mais são que produtos financeiros baseados em fundos de renda
fixa.
Se dividem em dois tipos
que são:
·
PGBL – Plano Gerador de Benefícios Livres;
·
VGBL – Vida Gerador de Benefícios Livres.
No PGBL pode-se deduzir os gastos relativos ao fundo
do Imposto de
Renda – até o limite de 12% do salário bruto – e o IR incide sobre
todo o montante investido.
Já no VGBL o IR incide somente sobre os rendimentos.
Portanto, a escolha deve
ser estudada caso
a caso.
Como todos os produtos
financeiros, deve-se analisar as taxas incidentes, que variam entre as
instituições financeiras. Além do IR, incidem a taxa de administração e a taxa de carregamento.
Novamente neste caso os grandes bancos
costumam oferecer taxas de administração e carregamento em geral são mais altas.
Também neste caso é importante
pesquisar instituições financeiras diferenciadas que podem oferecer melhores
condições, ou seja, menores taxas e aplicações mais competitivas.
Outra característica importante desses
fundos é a chamada portabilidade, ou seja, se você não está
satisfeito com a gestão do seu fundo, você pode escolher outro gestor e migrar sua
aplicação sem
nenhuma restrição ou perda.
Importante frisar que os
fundos previdenciários se mostram competitivos, conforme mostram estudos realizados,
com prazos de investimento acima de 10 anos. Ou seja, como eu disse quanto mais cedo
se começar, melhor!!
No próximo post, completo
as dicas desse tema.
Um abraço!
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