quarta-feira, 27 de abril de 2016

CUIDEMOS DOS NOSSOS IDOSOS

Olá!

Amigos, hoje não vou falar de investimentos.

Ouvi uma estória estarrecedora de uma amiga e ela é recorrente. Quando comentei com a minha esposa (a Cris, para quem não conhece...) ela me contou outro episódio na mesma linha.

Os bancos “deitam e rolam” em cima dos nossos idosos!!

Comecei este blog porque queria ajudar as pessoas a, antes de ganhar mais, perder menos.

E os grandes “ganhadores” são os bancos.

Só que quando este ganho é sobre pessoas indefesas, com pouca ou nenhuma informação, com pouca mobilidade e sem acesso aos meios mais modernos de conexão, daí passa a ser algo nojento e beirando o estelionato!!

Sim, amigos!

Os bancos, banqueiros e bancários querem ganhar e, muitas vezes esses ganhos são imorais e eventualmente ilegais, desonestos mesmo!

O caso que minha amiga Cristina me contou diz respeito aos familiares idosos de que ela está cuidando e que descobriu estarem sendo enganados de maneira sórdida pelo banco, com seguros, títulos de capitalização e outros produtos que são “empurrados” para os idosos sem maiores explicações (eventualmente explicados, mas e daí?).

Os débitos vão ocorrendo aos montes, sangrando as contas dessas pessoas frágeis e que deveriam ser preservadas.

A Cris me contou outra estória que ouviu no consultório médico: a senhorinha contava que pagava mais de R$ 300,00/mês de taxas e outras “rubricas” mal explicadas e que, certamente não lhe traziam nenhum benefício. Além disso, recebeu um cartão “estranho” que todo mês tem uma conta de R$ 400,00 para pagar – nesse caso já se trata de crime!

O que destaco é que para essas pessoas menos é mais: quanto menos cartões, senhas, biometrias, melhor. Elas precisam de simplicidade.

Então, amigos, minha mensagem é: cuide dos seus idosos. Podem ser parentes, amigos, até mesmo conhecidos.

Caso contrário, aquele gerente “gente boa” que tem que “bater a meta” vai ajudá-lo... a gastar com coisas que interessam ao BANCO!

Espero que os meus amigos leitores levem isso muito a sério, inclusive denunciando situações abusivas que acontecem aos montes.

Tirar dos idosos é SACANAGEM!

Fica esperto!


GANHE+++! 

terça-feira, 19 de abril de 2016

OURO – Parte 3


E como eu posso investir em ouro?

Aí vai:

Ø Pode-se comprar barras de ouro com entrega física

As duas principais distribuidoras de ouro no Brasil são a OM DTVM e a Parmetal/Marsam DTVM. As empresas cobram um ágio de cerca de 1% do valor do ouro negociado na BM&FBovespa para realizarem a entrega física do metal. O ouro pode ser comprado tanto em lojas dessas empresas como ser comprado pela internet. A entrega, nesse segundo caso, pode ser feita pelos Correios (até 10.000 reais com seguro) ou por motoboy (o seguro e a entrega costumam custar 1% do valor adquirido). As empresas possuem barras de ouro de diversos pesos. A responsabilidade por guardar o ouro em algum lugar seguro é do comprador. As barras também podem ser custodiadas (guardadas) exclusivamente pelo Banco do Brasil (mas somente para múltiplos de 250 gramas e com a cobrança de uma taxa mensal). Quando o investidor quiser vender o ouro, tem a garantia de recompra da própria empresa que lhe vendeu as barras, mas também há um pequeno deságio em relação à cotação da BM&FBovespa.

Ø Fundos de capital protegido

Diversos bancos já possuem fundos de capital protegido que pagam ao investidor a variação do ouro. A grande vantagem de qualquer fundo de capital protegido é que o investidor não corre o risco de perder parte do principal se a cotação do ouro recuar – algo bem interessante em uma época de cotações elevadas. O risco, portanto, é de oportunidade: o dinheiro poderia ter sido investido em outro ativo mais lucrativo. Por outro lado, o investidor não ganhará toda a valorização do ouro se ela for muito expressiva. Outra desvantagem é que os fundos de capital protegido referenciados em ouro costumam ser oferecidos apenas aos clientes de alta renda.

Ø Contratos futuros negociados na BM&FBovespa

Os contratos futuros de ouro já estiveram entre os mais negociados na BM&F. Desde o governo Collor, entretanto, as negociações de ouro vem gradativamente minguando. Mas essa opção ainda está ao alcance dos investidores brasileiros. Cada contrato negociado representa 250 gramas de ouro – o que equivale a quase 35.000 reais. Para comprar um contrato, é necessário possuir conta em alguma corretora e enviar a ordem. Assim como acontece no mercado de ações, o investidor terá de pagar à corretora pela realização da operação e arcar com as taxas cobradas pela BM&FBovespa pela compra e custódia de qualquer ativo financeiro. A cotação do ouro no Brasil costuma seguir a dos contratos negociados em Nova York e a variação cambial. Quem decide investir em ouro precisa estar ciente de que perde dinheiro sempre que o dólar cai em relação ao real.

Como se pode perceber, este é um “mundo” para pessoas que já tem alguma experiência no mercado financeiro, principalmente nas modalidades que não a compra do ouro físico.

Para se ter uma idéia, pode-se comprar uma barra de 25 g por aproximadamente 3.700 reais. Por que não pensar em comprar uma dessas por ano?  Em dez anos, 250 g de ouro... Nada mal!!

Mais uma alternativa de POUPANÇA!

GANHE+++!!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

OURO – Parte 2

Olá!

A pergunta que ficou foi: deve-se comprar ouro? Deve-se ter ouro na carteira de investimentos?

Antes de responder essa pergunta é importante falar de algumas considerações de respeitados analistas financeiros.

A teoria defendida por estes analistas é que, sendo o ouro a moeda absoluta, é uma importante proteção para quaisquer “catástrofes”.

Esses analistas não estão falando de guerras ou terremotos. Estão falando de catástrofes financeiras, envolvendo bancos centrais, organismos internacionais de regulamentação, FMI, etc, etc.

Muito, muito complicado...

Mas pode acontecer... E, se você tiver ouro, estará protegido... Ou pelo menos em melhor situação do que alguém que não o tenha...

Veja bem: é importante sempre se ter em mente o que foi dito no post relativo a diversificação de investimentos.

Não estou dizendo que se deve pegar toda a reserva e converter em ouro. De forma alguma!

O que se deve fazer é considerar um percentual das suas reservas convertido em ouro (talvez 5%, ou seja, se você tem R$ 100.000,00, ter R$ 5.000,00 em ouro).

Como qualquer investimento – quase todos – alerto que existem riscos na compra ou aplicação em ativos atrelados ao ouro, pois há grande variação no seu preço, influenciada pelo cenário da economia mundial (macroeconômico), bem como pela cotação externa do metal e do dólar. Além do risco do transporte e da guarda das barras de ouro (caso opte pela modalidade de compra do ouro físico).

E como eu posso investir em ouro?

Vou detalhar o assunto no próximo post!

Vamos lá: GANHE+++

terça-feira, 12 de abril de 2016

OURO – Parte 1

Olá!

Falei uma “palavrinha mágica”!!

Mas você não sabe bem como ela se encaixa neste universo das aplicações financeiras...

Você está redondamente enganado se não pensa em ouro como ativo financeiro. O ouro não se aplica somente para confeccionar alianças de casamento e outras jóias. Muito pelo contrário!!

No passado, o ouro representou o primeiro “dinheiro”. As moedas eram feitas dos chamados “metais preciosos” – ouro e prata.

São chamados de metais preciosos porque são mais raros na natureza, ou, digamos menos “disponíveis” que outros metais.

Por esta característica de raridade, o Mundo adotou o ouro como seu padrão de riqueza e de “lastro”.

LASTRO? O que é isso?

Na verdade, os dinheiros de todos os países não passam de “papel”! Isso mesmo: um papel impresso pelos bancos centrais dos diversos países que só valem porque os governos “garantem” aquele “papel” que estaria lastreado em...ouro!!

Isso mesmo: o ouro é (ou deveria ser...) o “garantidor”, o lastro das emissões de dinheiro.

Em outras palavras, cada país deveria ter uma quantidade de ouro tal que “suportasse” toda a emissão de moeda dele...

Essa é a teoria... Na prática hoje isso não acontece...

Em parte...

Os países têm sim grandes reservas em ouro, além de outros metais como prata e platina e são sim considerados lastro desses países.

Isso mesmo! Isso corresponde por assim dizer que o ouro é “a moeda absoluta”!!

Sendo assim, deve-se comprar ouro? Deve-se ter ouro na sua carteira de investimentos?

Responderei no próximo post.


Aguarde!! GANHE+++!!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

PALAVRA DE ORDEM: DIVERSIFICAR – PARTE 2

Olá!

Isso mesmo: depois de todos os estudos que fiz e de todos os posts já realizados, pelo menos já consegui tirar uma conclusão!

Uma só, e olhe lá!!

Ainda por cima, muitos vão dizer que a conclusão é óbvia!

Pode ser óbvia, mas por experiência própria e por toda a observação que tenho feito dos amigos, parentes e contatos em geral, a grande maioria comete esse erro.

Comete esse erro por desconhecimento, por comodidade, por descaso...

O ser humano é complicado mesmo! Daí junta com a economia que também é complicada e daí... Perde-se, perde-se muito!

Mas alguém ganha... Ganha muito!!

A conclusão é a seguinte: Não se deve colocar os ovos todos na mesma cesta”.

Sim, você já ouviu isso muitas vezes... Mas você pratica isso?

“Meu dinheiro está todo na Poupança”.

Já ouviu essa frase? Já, não é?

Pois é! Eu estou citando a Poupança porque é a aplicação mais popular. Mas esta máxima se aplica a todas as aplicações.

Não é só poupança, fundos de renda fixa, ações, CDBs, não...

O que eu tenho aprendido é que o que deve ser feito é uma “carteira” de investimentos, dentro das possibilidades de cada um, combinando renda fixa, renda variável, ações, imóveis, etc...

A teoria por trás dessa conclusão talvez seja ainda mais óbvia: já que a economia tem seus altos e baixos, seus saltos e sobressaltos, tendo-se uma carteira de investimentos diversificada fica-se (teoricamente) menos exposto a grandes perdas – se você perder de um lado, certamente ganhará de outro!

Alguns leitores podem pensar que eu estou “doidão”, falando para alguém que tenha muuuuito dinheiro.

Esse é o meu desejo: quero que você tenha muito dinheiro!

Se você não “nasceu em berço de ouro” assim como eu, o que resta é estudar, trabalhar muito e fazer reservas ao longo da vida, ser previdente. Além disso, usando essas dicas, creio que esses objetivos podem ser atingidos com mais suavidade.

Realmente esse é meu desejo!


Espero, do fundo do coração, que você GANHE+++!!

Um abraço!!  

terça-feira, 5 de abril de 2016

PALAVRA DE ORDEM: DIVERSIFICAR – PARTE 1

Olá, amigos!

Como eu tenho dito desde o início da minha série de posts, eu estou longe de ser um especialista em economia e investimentos.

Estou mais para curioso e bisbilhoteiro!

O tema realmente é complexo, “pesado” e com muitas, muitas variáveis que estão longe de caracterizar uma “ciência exata”.

As influências a que a economia está submetida são infinitas: internas, externas, locais, temporais, conjunturais, políticas...  

Simplesmente imponderáveis!

Antes de começar a escrever e dar essas pequenas dicas, principalmente visando um aculturamento das pessoas mais ”distantes” desse universo, comecei a estudar o tema para melhorar as minhas aplicações financeiras. Depois de muitos anos de trabalho duro, consegui fazer uma pequena reserva. Como mantê-la da melhor forma? Como tirar o melhor dessa reserva, preferencialmente aumentando-a e principalmente preparando um futuro tranqüilo?

Entender os detalhes desse mercado, perder o medo de sair do “universo” dos grandes bancos, estudar, estudar, estudar, ler várias publicações, conversar com algumas pessoas desse universo (consultores financeiros).

Isso tudo me fez crescer bastante nesse universo da economia e dos investimentos. Continuo o mesmo “curioso”, mas já me sinto mais seguro quanto à alocação das minhas reservas.

E assim, resolvi tentar ajudar um pouco as pessoas que certamente tinham ou têm as mesmas dificuldades que eu senti (ainda sinto... continuo aprendendo...) antes de estudar o tema.

Pelo menos uma coisa eu já aprendi:

“Não se deve colocar os ovos todos na mesma cesta.”

Complementarei no próximo post, não perca!!

Vamos!! GANHE+++!!