sexta-feira, 22 de julho de 2016

VOLTEI!!

Olá!

Queridos amigos, seguidores, leitores...enfim, mais que tudo, amigos!!

Depois de algum tempo, volto a escrever. Na verdade, creio que já dei minhas principais contribuições para que as pessoas menos informadas conseguissem, antes de mais nada, parar de perder dinheiro e, se for possível, ganhar um pouco mais!

Acho que cumpri a missão de mostrar algumas alternativas de investimentos, vantagens e desvantagens, onde, como, quando investir.

Além disso, coloquei-me disposição para tirar dúvidas e ajudar quem precise de qualquer orientação a respeito!

Me orgulho de já ter ajudado diretamente algumas pessoas que efetivamente tiveram um substancial ganho extra sobre suas economias.

Garanti para esse pessoal que confiou em mim um jantarzinho naquele restaurante diferente, aquele presente para o namorado ou para os netos, aquela viagem a tanto adiada...

Continuarei dando dicas e opiniões, mas serão talvez menos frequentes quanto foram nesses meses recentes.

Continuo, como sempre à disposição dos amigos! Grande abraço a todos!!

Não perca de vista meu lema:)

 GANHE+++!!

terça-feira, 5 de julho de 2016

CARTÃO DE CRÉDITO – SAIBA USAR

Olá!

Ainda falando no momento atual da economia, acabei de ouvir a taxa de juros (anual) média dos cartões de crédito: 471%!!!

Não, eu não errei o número... Não, não esqueci a vírgula...

Esse número “pornográfico”, absurdo, abominável é verdadeiro!!

E é legal, não se enganem!!!

A análise, segundo o ponto de vista moral nos leva a pensar qual a diferença entre essas instituições operadoras de cartões de crédito e os chamados “agiotas”: nenhuma!

Segundo o ponto de vista legal, você só toma o crédito se quiser... Ninguém é obrigado pelas operadoras a tomar o crédito. “Tomar o crédito” neste caso quer dizer utilizar o chamado “rotativo”, ou seja, quando o usuário paga somente o valor mínimo da fatura mensal e “rola” o restante da dívida.

O primeiro custo ao qual nos deparamos quando queremos nos utilizar de um cartão de crédito é a chamada anuidade – taxa anual para se “associar” ao cartão de crédito. Essa taxa varia de acordo com o perfil do usuário.

Se você é correntista de um banco e tem um relacionamento com ele, é possível obter o cartão de crédito com tarifas baixas de anuidade e existe até mesmo a possibilidade dessa taxa ser isentada – negocie exaustivamente com seu gerente para se livrar dessa taxa (e de qualquer outra!!).

Também não faça saques através do cartão de crédito: automaticamente esse “saque” se transforma num “empréstimo” e você pagará aqueles juros exorbitantes.

Então é o seguinte: sabendo usar você pode ter vantagens com o cartão de crédito.

Em primeiro lugar, utilizando o prazo regulamentar que este instrumento te proporciona – em geral, 35 dias para pagar. Ou seja, não recebeu o salário ainda, mas pode comprar aquela camisa cobiçada ou levar a namorada para comer aquela pizza especial.

Chegou a data do vencimento? Pague o valor total da fatura. Nesse caso não incidem juros ou outras taxas incidentes.

Além disso, muitos cartões têm programas de fidelidade: conforme gasta-se utilizando o cartão, você acumula pontos. Dentro desses programas de fidelidade, esses pontos podem ser trocados por diversos produtos como assinaturas de revistas, produtos eletro-eletrônicos, eletrodomésticos e até mesmo passagens aéreas!

Eu, por exemplo, tenho dois cartões de crédito, isentos de anuidades por conta de um relacionamento de longo prazo com meu banco, concentro todos os meus pagamentos nesses cartões (que tem os pontos somados no programa de fidelidade). Assim, já fiz algumas viagens utilizando esses pontos, além de outros benefícios.

Porém, se você “caiu na armadilha” do rotativo do cartão de crédito, minha recomendação é procurar um crédito mais barato e quitar o cartão de crédito o quanto antes. E nunca mais caia nessa!!

Tome muito cuidado!!


GANHE+++!! 

terça-feira, 28 de junho de 2016

AGORA É QUE SÃO ELAS!! – ANÁLISE DO MOMENTO ATUAL

Olá!

Neste momento, entendo importante nos situarmos no tempo e no espaço: 

Brasil 2016, pós-início do processo de impeachment contra a presidente Dilma Roussef. Inflação alta; fundamentos da economia ruins, principalmente por conta das contas do governo (gasta mais do que arrecada); novo governo tentando reverter essa situação.

Mundo: Reino Unido acaba de deixar a União Europeia; Juros nos principais mercados mundiais muito, muito baixos (no Japão, por exemplo, negativos!!); economia da China em cheque – ritmo de desenvolvimento dos últimos anos não se sustenta; economia da Europa e dos Estados Unidos também não vivem momentos dos melhores – altos índices de desemprego, entre outros problemas.

Por conta desse cenário, os juros no Brasil estão altíssimos – tanto sob o ponto de vista interno quanto externo.

No Brasil, o órgão que determina o nível dos juros é o Banco Central através do Conselho Monetário Nacional e a taxa que determina os juros é a chamada Taxa SELIC.

Por que estou fazendo questão de dizer tudo isso? Por que é importante entender a conjuntura atual?

Porque os investimentos dependem das condições da economia e, a cada momento, um investimento pode ser melhor do que outro por conta disso.

Os analistas econômicos estão aí, dia a dia analisando as condições da economia, essas conjunturas internas e externas que determinam os rumos financeiros, para determinar quais são as possibilidades de investimentos com maior confiança, maior retorno, menor risco, liquidez e tudo o que está no entorno dessas informações.

Esse novo governo, não se pode negar, está tentando colocar “a casa em ordem”. Como? Começando pelo começo, ou seja, colocando nomes de peso, nomes que o mercado respeita em posições estratégicas dos principais órgãos e autarquias que dirigem a economia do país.

Esperança... Isso pelo menos nos dá esperança!
Frente a essas condições, o momento ainda não permite um recuo da taxa SELIC que hoje está acima de 14% (lembre-se que eu disse lá atrás que um grande número de países do mundo hoje tem taxa de juros zero ou negativa).

Com taxas nesse nível, os investimentos que pagam ótimos retornos com baixíssimo risco são na chamada renda fixa – cujos retornos se baseiam na taxa SELIC e podem estar (bem) acima da inflação.

Espera-se que este cenário não perdure muito. Os ganhos são ótimos, porém este nível de juros para a economia está longe de ser bom: é ruim para a indústria, para o comércio, influencia negativamente na geração de empregos, a inadimplência cresce e o círculo vicioso da economia se perpetua.

Está claro para todos que as coisas estão longe de estarem boas no nosso país...

Num próximo momento, com taxas de juros menos estratosféricas, outros investimentos ganham força e, principalmente podem dar retornos muito melhores. Por isso é bom ficar de olho em outros investimentos.

Então, atenção para as mudanças na economia. Fique atento, não deixe de se informar e estudar as melhores opções de investimentos em cada momento.

Eu quero, você quer, todos querem!!


GANHE+++!!! 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

OS PRODUTOS QUE OS BANCOS OFERECEM – SEGUROS – CUIDADO COM ESSE PRODUTO TAMBÉM!!!

Olá!

Já falei anteriormente dos bancos – principalmente os grandes bancos – e seus interesses comerciais, legítimos, diga-se de passagem.

Volto a falar porque efetivamente alguns produtos não são o que há de melhor, levando-se em conta que o interesse aqui focado são os investimentos – que pressupõem retornos financeiros palpáveis.

Já postei um texto falando especificamente de títulos de capitalização, que como investimento, são péssimos e nem podem ser classificados dessa forma. Estão muito mais próximos de um jogo, uma loteria, do que de um investimento.

Mas é comum acontecer: o gerente pede uma ajuda para bater a meta mensal em troca, promete reduzir a taxa do seu crédito pessoal, oferece um cartão adicional para sua esposa, sem custos, e, sem nem pensar, você acaba comprando um título de capitalização, contrata outro seguro de vida ou investe num fundo que não tem a menor idéia do que seja.

É claro que ter conhecimento sobre o mercado financeiro ajuda, mas é fato que todos nós, em algum momento da vida, lamentamos por pagar taxas desnecessárias, contratar serviços e investir em produtos que não fizeram o menor sentido. E isso tem um preço!

Os seguros também são alvos das famigeradas “metas” que os bancos impõem aos funcionários e que influenciam suas avaliações pelos superiores. Não é a toa que o seu gerente fica como um “carrapato” te “empurrando” o “maravilhoso produto”.

O seguro em si não é um produto ruim. De qualquer forma, não é um investimento. Como o próprio nome diz é um seguro: existem seguros de automóveis, de imóveis, de vida. Esses produtos “protegem” você e sua família contra digamos “imprevistos”.

O problema é que diversos seguros são oferecidos, muitas vezes fora do perfil do cliente. Sem uma análise séria e profunda quanto às necessidades de cada cliente para uma seleção adequada do seguro aplicável.

Alguns passos são necessários nessa seleção: 
   
  • Identificar os riscos a que o cliente está exposto;
  • Avaliar a necessidade de transferência desses riscos;
  • Analisar as coberturas disponíveis;
  • Seleção de apólices. 


Uma situação que acontece de forma recorrente e que é lamentável é a seguinte: um gerente vende um produto de Seguro de Vida para um dos seus clientes mais antigos, porém, não passou uma das informações de maior relevância para a seguradora. A chamada doença pré-existente, ou seja, o cliente possuía uma doença diagnosticada antes da contratação do seguro e, após o falecimento do cliente, a seguradora recusou-se a indenizar os beneficiários, por omissão de informações na contratação da apólice.

Esta situação é lamentável e eu entendo que é de total responsabilidade do funcionário do banco, que tem a obrigação de passar as informações completas em relação ao produto e principalmente as restrições. Esta prática infelizmente acontece. Também já comentei este tema, principalmente em relação aos idosos e pessoas com menos acesso a informações.

Então, o que se recomenda é a devida atenção que você deve dar no momento de contratar um seguro. Seguro não é o tipo de produto que você deve contratar para agradar um gerente que está com sede de bater metas.

Por isso, questione, analise suas reais necessidades, identifique qual seguro vai atendê-lo, pesquise e compare com seguradoras independentes, solicite uma proposta e a leve para casa: faça uma avaliação com calma!

Além disso, aproxime-se dos parentes e amigos mais idosos e que possam ter maiores dificuldades nessa análise e ajude-os nessa importante tarefa.

Se todos cooperarem, ninguém perde!!


GANHE+++!!

terça-feira, 14 de junho de 2016

FGTS – SE PUDER, TIRE SEU DINHEIRO DE LÁ!!!

Olá,

O FGTS – FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO – como todos sabem, é um direito do trabalhador garantido pela CLT, agora também para os empregados domésticos.

Esse dinheiro é depositado todos os meses pelos empregadores nas contas dos empregados. Como o próprio nome diz, trata-se de um fundo que os trabalhadores têm para protegê-los em caso de perda de emprego ou, caso o trabalhador não passe por essa situação, este montante é retirado quando da aposentadoria. Até o dia 7 de cada mês, o empregador precisa depositar ao FGTS, em uma conta em nome do empregado, 8% do salário bruto. Esse valor é independente do seu salário e é de cada trabalhador.

Coisa boa!

Coisa boa... Era para ser sim... Na essência é coisa boa...

Só que, não!!

Bem, explico!

É de cada trabalhador, mas isso não quer dizer que ele pode usá-lo quando bem entender!

O FGTS é gerido pela Caixa Econômica Federal, que é um banco governamental. A regra de remuneração das contas do FGTS é que é o problema: o dinheiro é remunerado com base na taxa referencial (TR), acrescida de juros de apenas 3% ao ano, ou seja, tem perdido (muito!!) de qualquer aplicação financeira.

Chega a ser uma piada!! Cômico se não fosse trágico!!

Advinha só quem fica com a “diferença” que sobra desse péssimo investimento?

Fica tuuuudooooo para nosso querido governo!

Como eu disse anteriormente o dinheiro é seu, mas o acesso a ele acontece somente em condições especiais. Duas delas eu já citei: quando de demissão sem justa causa e na aposentadoria.

Além dessas situações, existe outra em que é possível dispor do valor depositado neste fundo: na aquisição da casa própria.

Para utilizar o FGTS na aquisição de moradia, o trabalhador não pode ser proprietário ou promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de outro imóvel residencial, concluído ou em construção localizados:

a) no mesmo município onde exerça sua ocupação principal, incluindo seus limítrofes ou integrantes da mesma região metropolitana;
b) no mesmo município de sua residência, incluindo seus limítrofes ou integrantes da mesma região metropolitana.

Essas são basicamente as possibilidades de resgate do FGTS.

Dadas as informações mais relevantes relativas ao FGTS, passo agora a dar as recomendações:

Acontecendo a oportunidade, saque tudo!

Como eu já disse, como investimento o FGTS é péssimo!

Em caso de demissão ou aquisição de imóvel, não deixe de sacar o FGTS e utilizá-lo em aplicações mais nobres – a compra de um imóvel, sem dúvida é um investimento muito melhor!

Não deixe de seguir essas regras básicas. Não descuide ou menospreze seu dinheiro. Fique atento!

GANHE+++!!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

AÇÕES E BOLSA DE VALORES – SEM MEDO!! – parte 5

Olá!

Conforme mencionei, minha sugestão para investir na bolsa de valores é através de uma carteira de boas ações!

Certamente me perguntarão:

COMO IDENTIFICAR ESSAS BOAS AÇÕES?

Realmente essa é a questão a ser respondida e, neste ponto, reitero a recomendação de procurar uma assessoria financeira. Essa ajuda é fundamental não somente para a escolha das empresas, como também pelo fato de que em geral os não especialistas não dispõem do tempo para um cuidadoso acompanhamento da carteira e dos demais investimentos.

De qualquer forma, o fundamento que identifica uma boa ação é o desempenho e a reputação de uma empresa que não se faz em dias ou meses, mas sim em anos! O que identifica a boa empresa é seu histórico, sua trajetória.

Então a sugestão é que, separada a parcela que se pretenda investir neste seguimento, escolha-se, não uma e sim algumas ações de boas empresas (quatro, cinco, dez, dependendo do montante que se irá investir).

Outra questão muito importante é que a carteira deve ser formada por empresas de segmentos diferentes.

Vamos a um exemplo prático: digamos que você escolheu investir em empresas do segmento de varejo (Lojas Americanas, Renner, Magazine Luiza). Caso ocorra uma situação que afete esse segmento, como por exemplo, perda de poder aquisitivo por conta de aumento de desemprego, certamente este fato afetará essas empresas da mesma forma (na média).

Portanto a ideia passa por adquirir ações de empresas de segmentos diferentes, de modo que certos acontecimentos afetarão cada segmento de formas diferentes, com maiores e menores impactos.

Este procedimento levará o investidor a ter uma carteira diversificada e equilibrada, de modo que pretende-se que, na média, sempre se tenha um ganho, ou seja pode-se perder em um ou outro segmento, mas se ganhará em outro, equilibrando a operação.

Lembro também que, hoje em dia é possível abrir uma conta numa boa instituição que dará toda a assessoria necessária sem sair de casa ou mesmo morando em outra cidade. Com as facilidades da internet, abre-se a conta, envia-se e recebe-se toda a documentação por e-mail, ou pode-se também utilizar o correio.

Trabalhoso sim, mas longe de ser difícil!!

Afinal o objetivo é nobre!!


GANHE+++!!

terça-feira, 7 de junho de 2016

AÇÕES E BOLSA DE VALORES – SEM MEDO!! – parte 4

Olá,

Conforme mencionei no post anterior, vou dar algumas informações e explicações em relação à montagem de uma carteira de ações.

Como eu disse no post anterior, muita gente pensa em “especular” na bolsa, ou seja, comprar na baixa e vender na alta – esse seria o melhor dos mundos...

É preciso lembrar neste caso que alguém ganha e alguém perde...

Bem, minha “proposta” de investimento em ações não caminha por aí.

O que sugiro é um investimento de médio/longo prazo, ou seja, comprar realmente um “pedaço” de uma empresa e desfrutar de seus “resultados”, o que significa receber dividendos, o que trocando em miúdos é a sua parcela do lucro.

É certo e é sempre bom reafirmar que, quando explico uma alternativa de investimento – na verdade não é uma “recomendação” de investimento, mas é apenas mais uma possibilidade – sempre deve-se lembrar da “regra de ouro” dos investimentos que é:

NÃO COLOCAR TODOS OS OVOS NA MESMA CESTA!!

Sendo assim, levando-se em conta esta máxima, a ideia é alocar uma parte dos seus investimentos numa carteira de boas ações.

Com certeza me perguntarão: quais são essas “boas ações”?

Bem, confesso que realmente essa não é uma pergunta de fácil resposta e que isto pode variar de acordo com o mercado, política interna, política externa, macroeconomia, microeconomia, cenário mundial, etc, etc...

Bem, não é por aí: empresas sérias têm gestões sérias e eficientes não por dias ou por meses, mas ao longo dos anos.

É assim que as coisas neste caso devem ser analisadas. As empresas em bolsa tem que ser analisadas pelos seus históricos. É claro que a conjuntura de mercado pode ensejar um momento melhor ou pior para uma empresa, mas ela não deixará de ser séria e eficiente. É certo que isso pode mudar em algum momento, caso, por exemplo, a empresa passe por uma troca de controlador.

O que é isso?

O detentor do maior número de ações de uma empresa é o controlador dela e, portanto, quem determina sua administração (é claro, sempre seguindo as regras da companhia).

Neste caso poderia ocorrer uma mudança radical na administração da empresa, com consequências mais ou menos previsíveis – cada situação é uma situação – dependendo de quem assume o controle, quais as condições da companhia, etc, etc.

Bem, esse não é um caso típico, afinal.

No próximo post complementarei esse raciocínio e esta sugestão de investimento, concluindo os detalhes.

Sempre com o mesmo foco:


GANHE+++!!

sexta-feira, 3 de junho de 2016

AÇÕES E BOLSA DE VALORES – QUE MEDO!! – parte 3

Olá,

Continuando com minhas impressões em relação a ações e bolsa de valores, vamos voltar ao tema iniciado anteriormente:

- Realmente a bolsa de valores é coisa de profissionais?
Como eu, você já deve ter ouvido o seguinte comentário:

- Fulano “apostou” na bolsa e ganhou/perdeu uma bolada!

Vejam só as peculiaridades desse comentário:

“Apostar” na bolsa? Algum desavisado pegou uma “dica quente” e quis “tirar proveito”, “ganhar no mole”, daí, ganhou/perdeu!!!

Bem, esse “modelo” não é recomendado!!

Em primeiro lugar, é importante distinguir duas formas de investir na bolsa:

Ø Pode-se “especular” na bolsa de valores. O que é isso? A idéia é comprar ações na baixa (ou seja, com preço baixo para os padrões do mercado) e vender na alta;

Ø Pode-se formar uma carteira de ações e desfrutar da distribuição de dividendos dessa carteira de ações.

Talvez aí possamos separar profissionais de amadores:
  profissionais, profundos conhecedores das bolsas de valores, com um acompanhamento contínuo dos movimentos diários do mercado tem maiores probabilidades de se “dar bem” na “modalidade especulação”.

Nós, leigos, podemos sim investir em ações!

O melhor caminho é montar uma carteira de ações!

Como eu já expliquei, uma ação é um “pedacinho” de uma empresa e este “pedacinho” da empresa tem direito aos lucros que ela produz.

As empresas que estão na bolsa de valores, em geral, são empresas de primeira linha. Isso não quer dizer que não tenham problemas: agora mesmo (já há algum tempo...) estamos vivenciando uma situação muito ruim em relação a uma empresa que sempre foi sólida e uma das empresas mais importantes do Brasil: a PETROBRAS.

Sim, pode acontecer, até mesmo com essa empresa gigante – é certo que as situações ocorridas neste caso transcendem qualquer análise que se pudesse fazer – Lava Jato, queda de preços do petróleo no mercado mundial e situação econômica caótica do país, só podia dar no que deu.
O que acontece com quem tem ou tinha ações da Petrobras?

Bem, essas pessoas estão perdendo muito dinheiro: perdendo dinheiro porque as ações perderam valor, ou seja, por conta de todos esses problemas a empresa perdeu muito valor; e perdendo dinheiro porque a empresa não está tendo lucros, muito pelo contrário, está tendo prejuízos. Portanto, não está havendo distribuição de dividendos.

Pois é, nunca nos esqueçamos que “risco” sempre existe quando se fala em “investimento”.

A diferença entre um investimento chamado “conservador” e um investimento chamado “agressivo” é exatamente o risco envolvido.

Quando se fala em ações sempre estamos nos referindo a investimento de perfil “agressivo”.

Mas, já dissemos, risco e agressividade podem levar a maiores ganhos.

É isso que buscamos afinal!

No próximo post vou detalhar o modelo de carteira de ações, um modelo menos agressivo e, portanto, com menores riscos envolvidos.

O objetivo é sempre o mesmo!


GANHE+++!!

terça-feira, 31 de maio de 2016

AÇÕES E BOLSA DE VALORES – QUE MEDO!! – parte 2

Olá,

Depois da minha primeira experiência no mercado de ações – se é que se pode chamar de experiência – eu continuei bastante interessado nessa alternativa de investimento.

Mas diante de muito trabalho, as preocupações do dia a dia, os filhos, a casa e muito mais, não tive muito tempo para me dedicar a estudar o mercado e todas as suas nuances e peculiaridades, que, aliás, são muitas.

A verdade é que o mercado de ações e o investimento nele, efetivamente demandam um conhecimento mais profundo desse universo.

Você já deve ter ouvido o bordão:

“A BOLSA DE VALORES NÃO É PARA AMADORES”

Eu diria que não é bem assim!!

E vou embasar meu raciocínio.

Primeiro, é necessário que entendamos o que é uma ação. É certo que darei explicações simplificadas, apenas para um melhor entendimento dos completamente leigos no assunto. Já disse isso, mas não custa repetir: não sou economista! Sou apenas um interessado no assunto que pretende dividir o pouco conhecimento que tem.

Uma ação representa um “pedacinho” de uma empresa. Ou seja, é uma estrutura na qual uma empresa é “dividida” em títulos e cada título representa uma “fração da empresa” – seus ativos, seus recebíveis, suas dívidas, seus imóveis, máquinas, enfim, tudo o que está incluído no “patrimônio da empresa” e que forma seu valor.

E o que é a cotação de uma ação?

Bem, aí é que a coisa se complica um pouco: o mercado “sabe”, “tem conhecimento” (afinal, as notícias correm, as informações são públicas na sua maioria e, muitas delas, são informações que, por obrigação, são disponibilizadas ao público em geral – como balanços das empresas de capital aberto, por exemplo) e, através dessas informações – se vendeu mais, se vendeu menos, se tem mais ou menos dívidas, se sofreu mais ou menos calote... – o mercado “precifica” as ações que podem, de acordo com o conjunto de informações, aumentar ou diminuir seu preço.

Numa explicação rápida e simplista, é assim que funciona!

Entendido o “primeiro passo”, na próxima publicação explicarei porque “amadores” (como eu...) também podem aplicar na Bolsa de Valores.

O objetivo é sempre o mesmo:


GANHE+++!!