quinta-feira, 14 de abril de 2016

OURO – Parte 2

Olá!

A pergunta que ficou foi: deve-se comprar ouro? Deve-se ter ouro na carteira de investimentos?

Antes de responder essa pergunta é importante falar de algumas considerações de respeitados analistas financeiros.

A teoria defendida por estes analistas é que, sendo o ouro a moeda absoluta, é uma importante proteção para quaisquer “catástrofes”.

Esses analistas não estão falando de guerras ou terremotos. Estão falando de catástrofes financeiras, envolvendo bancos centrais, organismos internacionais de regulamentação, FMI, etc, etc.

Muito, muito complicado...

Mas pode acontecer... E, se você tiver ouro, estará protegido... Ou pelo menos em melhor situação do que alguém que não o tenha...

Veja bem: é importante sempre se ter em mente o que foi dito no post relativo a diversificação de investimentos.

Não estou dizendo que se deve pegar toda a reserva e converter em ouro. De forma alguma!

O que se deve fazer é considerar um percentual das suas reservas convertido em ouro (talvez 5%, ou seja, se você tem R$ 100.000,00, ter R$ 5.000,00 em ouro).

Como qualquer investimento – quase todos – alerto que existem riscos na compra ou aplicação em ativos atrelados ao ouro, pois há grande variação no seu preço, influenciada pelo cenário da economia mundial (macroeconômico), bem como pela cotação externa do metal e do dólar. Além do risco do transporte e da guarda das barras de ouro (caso opte pela modalidade de compra do ouro físico).

E como eu posso investir em ouro?

Vou detalhar o assunto no próximo post!

Vamos lá: GANHE+++

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