terça-feira, 12 de abril de 2016

OURO – Parte 1

Olá!

Falei uma “palavrinha mágica”!!

Mas você não sabe bem como ela se encaixa neste universo das aplicações financeiras...

Você está redondamente enganado se não pensa em ouro como ativo financeiro. O ouro não se aplica somente para confeccionar alianças de casamento e outras jóias. Muito pelo contrário!!

No passado, o ouro representou o primeiro “dinheiro”. As moedas eram feitas dos chamados “metais preciosos” – ouro e prata.

São chamados de metais preciosos porque são mais raros na natureza, ou, digamos menos “disponíveis” que outros metais.

Por esta característica de raridade, o Mundo adotou o ouro como seu padrão de riqueza e de “lastro”.

LASTRO? O que é isso?

Na verdade, os dinheiros de todos os países não passam de “papel”! Isso mesmo: um papel impresso pelos bancos centrais dos diversos países que só valem porque os governos “garantem” aquele “papel” que estaria lastreado em...ouro!!

Isso mesmo: o ouro é (ou deveria ser...) o “garantidor”, o lastro das emissões de dinheiro.

Em outras palavras, cada país deveria ter uma quantidade de ouro tal que “suportasse” toda a emissão de moeda dele...

Essa é a teoria... Na prática hoje isso não acontece...

Em parte...

Os países têm sim grandes reservas em ouro, além de outros metais como prata e platina e são sim considerados lastro desses países.

Isso mesmo! Isso corresponde por assim dizer que o ouro é “a moeda absoluta”!!

Sendo assim, deve-se comprar ouro? Deve-se ter ouro na sua carteira de investimentos?

Responderei no próximo post.


Aguarde!! GANHE+++!!

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