Olá,
Conforme mencionei no post
anterior, vou dar algumas informações e explicações em relação à montagem de
uma carteira de ações.
Como eu disse no post
anterior, muita gente pensa em “especular” na bolsa, ou seja, comprar na baixa e
vender na alta – esse seria o melhor dos mundos...
É preciso lembrar neste
caso que alguém
ganha e alguém perde...
Bem, minha “proposta”
de investimento em ações não caminha por aí.
O
que sugiro é um investimento
de médio/longo prazo, ou seja, comprar realmente um “pedaço”
de uma empresa e desfrutar de seus “resultados”, o que significa receber dividendos,
o que trocando em miúdos é a sua parcela do lucro.
É certo e é sempre bom
reafirmar que, quando explico uma alternativa de investimento – na verdade não
é uma “recomendação”
de investimento, mas é apenas mais uma possibilidade – sempre deve-se lembrar da
“regra de ouro”
dos investimentos que é:
NÃO COLOCAR TODOS OS OVOS NA MESMA CESTA!!
Sendo assim, levando-se em
conta esta máxima, a ideia é alocar uma parte dos seus investimentos numa carteira de boas
ações.
Com certeza me
perguntarão: quais
são essas “boas ações”?
Bem, confesso que
realmente essa não
é uma pergunta de fácil resposta e que isto pode variar de acordo
com o mercado, política interna, política externa, macroeconomia,
microeconomia, cenário mundial, etc, etc...
Bem, não é por aí: empresas sérias têm
gestões sérias e eficientes não por dias ou por meses, mas ao longo dos anos.
É assim que as coisas
neste caso devem ser analisadas. As empresas em bolsa tem que ser analisadas
pelos seus históricos.
É claro que a conjuntura de mercado pode ensejar um momento melhor ou pior para
uma empresa, mas ela não deixará de ser séria e eficiente. É certo que
isso pode mudar
em algum momento, caso, por exemplo, a empresa passe por uma troca de
controlador.
O que é isso?
O detentor do maior número de
ações de uma empresa é o controlador dela e, portanto, quem determina sua administração
(é claro, sempre seguindo as regras da companhia).
Neste caso poderia ocorrer
uma mudança radical
na administração da empresa, com consequências mais ou menos previsíveis – cada
situação é uma situação – dependendo de quem assume o controle, quais as
condições da companhia, etc, etc.
Bem, esse não é um caso
típico, afinal.
No próximo post
complementarei esse raciocínio e esta sugestão de investimento, concluindo os detalhes.
Sempre com o mesmo foco:
GANHE+++!!
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