quinta-feira, 16 de junho de 2016

OS PRODUTOS QUE OS BANCOS OFERECEM – SEGUROS – CUIDADO COM ESSE PRODUTO TAMBÉM!!!

Olá!

Já falei anteriormente dos bancos – principalmente os grandes bancos – e seus interesses comerciais, legítimos, diga-se de passagem.

Volto a falar porque efetivamente alguns produtos não são o que há de melhor, levando-se em conta que o interesse aqui focado são os investimentos – que pressupõem retornos financeiros palpáveis.

Já postei um texto falando especificamente de títulos de capitalização, que como investimento, são péssimos e nem podem ser classificados dessa forma. Estão muito mais próximos de um jogo, uma loteria, do que de um investimento.

Mas é comum acontecer: o gerente pede uma ajuda para bater a meta mensal em troca, promete reduzir a taxa do seu crédito pessoal, oferece um cartão adicional para sua esposa, sem custos, e, sem nem pensar, você acaba comprando um título de capitalização, contrata outro seguro de vida ou investe num fundo que não tem a menor idéia do que seja.

É claro que ter conhecimento sobre o mercado financeiro ajuda, mas é fato que todos nós, em algum momento da vida, lamentamos por pagar taxas desnecessárias, contratar serviços e investir em produtos que não fizeram o menor sentido. E isso tem um preço!

Os seguros também são alvos das famigeradas “metas” que os bancos impõem aos funcionários e que influenciam suas avaliações pelos superiores. Não é a toa que o seu gerente fica como um “carrapato” te “empurrando” o “maravilhoso produto”.

O seguro em si não é um produto ruim. De qualquer forma, não é um investimento. Como o próprio nome diz é um seguro: existem seguros de automóveis, de imóveis, de vida. Esses produtos “protegem” você e sua família contra digamos “imprevistos”.

O problema é que diversos seguros são oferecidos, muitas vezes fora do perfil do cliente. Sem uma análise séria e profunda quanto às necessidades de cada cliente para uma seleção adequada do seguro aplicável.

Alguns passos são necessários nessa seleção: 
   
  • Identificar os riscos a que o cliente está exposto;
  • Avaliar a necessidade de transferência desses riscos;
  • Analisar as coberturas disponíveis;
  • Seleção de apólices. 


Uma situação que acontece de forma recorrente e que é lamentável é a seguinte: um gerente vende um produto de Seguro de Vida para um dos seus clientes mais antigos, porém, não passou uma das informações de maior relevância para a seguradora. A chamada doença pré-existente, ou seja, o cliente possuía uma doença diagnosticada antes da contratação do seguro e, após o falecimento do cliente, a seguradora recusou-se a indenizar os beneficiários, por omissão de informações na contratação da apólice.

Esta situação é lamentável e eu entendo que é de total responsabilidade do funcionário do banco, que tem a obrigação de passar as informações completas em relação ao produto e principalmente as restrições. Esta prática infelizmente acontece. Também já comentei este tema, principalmente em relação aos idosos e pessoas com menos acesso a informações.

Então, o que se recomenda é a devida atenção que você deve dar no momento de contratar um seguro. Seguro não é o tipo de produto que você deve contratar para agradar um gerente que está com sede de bater metas.

Por isso, questione, analise suas reais necessidades, identifique qual seguro vai atendê-lo, pesquise e compare com seguradoras independentes, solicite uma proposta e a leve para casa: faça uma avaliação com calma!

Além disso, aproxime-se dos parentes e amigos mais idosos e que possam ter maiores dificuldades nessa análise e ajude-os nessa importante tarefa.

Se todos cooperarem, ninguém perde!!


GANHE+++!!

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