Olá!
Uma leitora
solicitou mais detalhes a respeito da aplicação no Tesouro Direto. Eu respondi diretamente
a ela, porém, resolvi compartilhar a resposta com todos.
O Tesouro Direto, conforme informei no meu post anterior é uma aplicação segura e garantida pelo
próprio governo federal.
Tem como
característica a necessidade de que se “abra uma conta” numa corretora.
Algumas
corretoras não cobram taxas, porém existem taxas obrigatórias: taxa de
negociação de 0,10% e taxa de custódia anual da BM&F Bovespa de 0,30%.
Por exemplo,
as corretoras do Banco do Brasil, Itaú e Ágora não cobram taxas de
administração / corretagem.
Daí, aberta a
conta, você receberá uma senha fornecida pela corretora que habilitará
o investidor a fazer o acesso.
A partir daí o
investidor pode fazer toda a operação diretamente no site do Tesouro Direto, ou seja, não precisa recorrer à corretora.
Para comprar,
no site do Tesouro selecione a sua corretora e os títulos desejados – Pré-fixados, Pós-fixados ou atrelados a inflação. Os
pós-fixados (Letra Financeira do Tesouro-LFT) são vinculados a SELIC e o risco é menor.
Quem fará o pagamento é a corretora – por isso você deverá ter o valor para a compra na sua conta da
corretora até a data informada pelo sistema.
O processo de
venda ocorre de maneira similar.
Como se vê,
tem um “trabalhinho” envolvido, mas vale a pena para ganhar um pouco mais.
Existem também
outras opções como CDBs, LCAs e LCIs. No caso de
LCAs/LCIs, os valores exigidos como mínimo são um pouco maiores.
Tem uma coisa muito importante: os grandes bancos em geral oferecem as menores taxas do mercado. Então, aconselho pesquisar bancos menores que oferecem taxas muito melhores e exigem quantias menores para
aplicação inicial.
Na próxima
publicação falarei de segurança, mas adianto que os pequenos bancos têm a mesma segurança dos grandes bancos porque os investimentos
(até R$ 250.000,00 por conta/por CPF) estão protegidos por um seguro a que todos os bancos são obrigados a se associar.
Então é isso! Vamos em frente!!
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